quinta-feira, setembro 29, 2011

Carreiras do momento no mercado de TI

Lenta mas consistentemente, muitas empresas dos EUA estão voltando a investir na contratação de profissionais de TI para reforçar o crescimento dos negócios no próximo ano. Essa tendência é refletida na pesquisa anual da COMPUTERWORLD. Quase 29% dos 353 executivos de TI entrevistados disseram que planejam aumentar sua equipe. Um crescimento de 23% em comparação ao estudo de 2010. Ou de 45%, se comparado às expectativas de contratação nos últimos dois anos.
E quais são os profissionais mais procurados? Os entrevistados disseram que essas nove habilidades estão em alta.

1. Programação e Desenvolvimento de Aplicativos
- 61% disseram ter planos de contratar nos próximos 12 meses, ante 44% na pesquisa de 2010.
Este salto de um ano para o outro não chega a surpreender, segundo John Reed, diretor-executivo da empresa de recrutamento e seleção Robert Half. "Desenvolvimento Web continua a ser muito forte", diz ele. Mas cresceu também a procura por desenvolvedores de tecnologias móveis que possam melhorar o acesso dos clientes à empresa via smartphones.

2. Gestão de projetos
- 44% têm plano de contratar nos próximos 12 meses, ante 43% na pesquisa de 2010.
Grandes projetos precisam de gerentes, mas eles também precisam de analistas de negócios que possam identificar as necessidades dos usuários e traduzi-las para os funcionários de TI. "A demanda tem sido mais para analistas de negócios do que para os gerentes de projetos", diz Reed - em outras palavras, aqueles que podem ajudar a entregar os projetos em vez de meramente supervisioná-los e monitorá-los.

3. Help Desk / Suporte Técnico
- 35% pretendem contratar nos próximos 12 meses, ante 43% na pesquisa de 2010.
Enquanto a tecnologia for usada no local de trabalho, haverá a necessidade de funcionários de apoio, sejam eles internos ou remotos. E os sistemas operacionais móveis "estão acrescentado uma nova dimensão ao help desk e ao suporte técnico", diz David Foote, CEO da consultoria Foote Partners.

4. Networking
- 35% planejam contratar nos próximos 12 meses, ante 38% na pesquisa de 2010.
Segundo a Robert Half, a demanda por profissionais de TI com habilidades de rede continuará em alta nos próximos trimestres. Essa demanda tem sido alimentada, em parte, pela virtualização e projetos de computação em nuvem. Quanto a certificações, nesse segmento, especificamente, elas são importantes, mas "não estão dirigindo o mercado".

5. Business Intelligence
- 23% devem contratar nos próximos 12 meses, acima de 13% na pesquisa de 2010.
O pequeno aumento indica uma mudança do foco na redução de custos para o investimento em tecnologias que forneçam acesso a dados em tempo real, melhorando a tomada de decisões de negócios. Tem apenas um problema: o custo do profissional qualificado. Em países como o Brasil ele é muito alto.

6. Data Center
- 18% vão contratar nos próximos 12 meses, ante 21% na pesquisa de 2010.
Como na área de redes, as operações de data center também estão sendo impactadas pela virtualização das organizações e as estratégias de nuvem. Em particular, aumentou a demanda por profissionais de TI com experiência em operações de data center e integração de sistemas. Além disso, as exigências de ter dados disponíveis para alcançar os níveis de garantia de serviços de TI enfatizam a necessidade de pessoas especilaistas em recuperação de desastres e continuidade de negócios. As empresas precisam garantir que os sistemas vão estar disponíveis quando os usuários precisarem deles.

7. Web 2.0
- 18% pretendem contratar nos próximos 12 meses, ante 17% na pesquisa de 2010.
Habilidades técnicas centradas em torno das mídias sociais permanecem com alta demanda, hoje, com indústrias procurando formas de integrar as tecnologias Web 2.0 em suas infraestrutura. Profissionais que dominem .Net, AJAX e PHP, bem como HTML, XML, CSS, Flash e Javascript, entre outros,estão entre os mais procurados.

8. Segurança
- 17% vão contratar nos próximos 12 meses, ante 32% na pesquisa de 2010.
A queda de um ano pode ser surpreendente, dado que as ameaças de segurança da informação foram crescentes este ano, mas a segurança é uma preocupação para muitas organizações, especialmente aqueles que estão considerando a computação em nuvem como parte de suas estratégias de TI, diz Reed.

9. Telecomunicações
- 9% têm planos de contratar nos próximos 12 meses, contra 17% na pesquisa de 2010.

quarta-feira, setembro 28, 2011

Déficit de Mão-de-obra em TI

Marcus Vinicius Porteira Lopes, de 21 anos, aluno do segundo ano do curso de tecnologia em análise e desenvolvimento de sistemas da Faculdade de Tecnologia de São Paulo (Fatec) trabalha no setor de Tecnologia da Informação (TI) de um banco e pelo menos uma vez por semana é assediado por outras empresas. “São muitas oportunidades e eu ainda estou no segundo ano. E 95% dos meus colegas já estão empregados”, afirma. Esse assédio que Lopes sofre é reflexo de uma realidade que se repete em várias áreas: falta de mão de obra qualificada.

“Embora empregue 1,2 milhão de pessoas, pesquisas apontam um déficit de mais de 90 mil profissionais. Mantendo-se o quadro atual, em 2013 serão 200 mil vagas em aberto”, afirma o diretor de educação e de Recursos Humanos da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Sergio Sgobbi. “Para alcançar a meta do setor de aumentar em 50% o seu peso no PIB até 2020, é preciso formar mão de obra tecnológica e com conhecimento da língua inglesa para, então, incorporar 750 mil profissionais ao mercado, sendo 300 mil para atividades de exportação”, acrescenta.

Em 2010, o setor cresceu 15% e, em 2011, deve ter um aumento de 13%, impulsionado pelo uso de TI em todos os segmentos da sociedade. Sgobbi vê com otimismo algumas ações governamentais para solucionar o problema, como a aprovação pela Câmara, na semana passada, do projeto de lei que cria o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).

Bolsas. A Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec), vinculada ao Ministério da Educação, informou que o Pronatec prevê a concessão de bolsas para formação de estudantes e trabalhadores, além de linhas de crédito de Financiamento Estudantil (Fies) específicas para cursos técnicos.
Segundo a Setec, o governo federal tem programas e ações voltadas ao acesso ao ensino técnico e tecnológico. A Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, por exemplo, saiu de 140 escolas em 2002, para 403 unidades em funcionamento este ano, com 420 mil matrículas. Além disso, o programa Brasil Profissionalizado disponibilizou R$ 1,5 bilhão para as redes estaduais de formação profissional em 23 Estados. Há, também, o programa Escola Técnica Aberta do Brasil que, desde 2007, proporciona formação profissional à distância a 30 mil brasileiros.

Na esfera estadual, São Paulo lidera no incentivo à formação técnica, com 51 Fatecs e 200 Escolas Técnicas Estaduais, administradas pelo Centro Paula Souza. O coordenador de ensino superior da instituição, Angelo Cortelazzo, explica que os cursos de tecnologia formam alunos especializados e com muito mais foco e profundidade de conhecimento, por isso o alto índice de empregabilidade de seus alunos.
O centro, que existe há 42 anos, oferece cerca de 80 vagas para cada curso, distribuídas em dois ou três períodos. São 10.860 vagas em todo o Estado, para 60 tipos de cursos, com 55 mil alunos matriculados.
“Os cursos têm por objetivo atender ao perfil socioeconômico de cada região onde são implantados e fortalecer os Arranjos Produtivos Locais (APLS)”, afirma Cortelazzo.

Empresas. Um exemplo é a parceria com a Fibria Celulose S/A, que apoiou a construção de uma Fatec em Capão Bonito, local da base florestal da empresa e onde hoje é ministrado o curso de técnico em silvicultura.
A gerente de desenvolvimento e captação da Fibria, Andressa Barros, diz que é prática da empresa oferecer programas de formação profissional nos locais onde a empresa possui plantas industriais, visando a formação de mão de obra local.
A IBM Brasil também oferece vários programas de qualificação para solucionar esse déficit, como o curso voltado ao inglês utilizado no mundo dos negócios, disponível no site www.ti-smart.com.br . Outro programa é o Oficina do Futuro de qualificação de professores, que depois replicam aos alunos.

Fonte: http://www.aguerrilha.com.br/2011/09/pais-tem-falta-de-90-mil-profissionais-de-ti/

terça-feira, setembro 13, 2011

Por que transformar suas planilhas de controle em software?

Hoje as grandes, médias, pequenas e micro empresas adotam como prática a criação de planilhas de controle sejam elas comerciais, financeiras, relativas a estoque. Sempre há um colaborador, em determinado setor, que é responsável por uma nova planilha de controle ou até mesmo de novos indicadores.

Essas planilhas de controle, em muitos casos, com o passar do tempo acabam se tornando uma “ferramenta” de fundamental importância para a gestão da empresa. Muitas vezes, apenas um ou dois colaboradores, tem o total domínio sobre esta “ferramenta” de trabalho.

Caso você já tenha se deparado com esta situação, qual é o melhor caminho a ser tomado? Lembrando, as planilhas de controle podem ser facilmente copiadas e transportadas para fora de sua empresa, as planilhas de controle podem ter seus dados acessados sem um grande controle de acesso e as planilhas de controle sempre ficam a mercê de um ou dois profissionais capacitados para a adequação ou alteração das mesmas.

O melhor caminho a ser tomado é contratar uma empresa especializada em desenvolvimento de software sob medida. Esta empresa de desenvolvimento de software sob medida, desenhará um projeto onde o escopo principal do projeto seja, replicar as regras de negócios contidas na planilha de controle para um software (sistema aplicativo).

No momento do desenvolvimento do projeto de software sob medida, a empresa especializada em tecnologia já colocará no projeto todo um sistema de controle de acesso aos dados (módulo de segurança) e também já fará um projeto pensando em resguardar backups diários de seus dados, etc.

Desta forma, todos os seus dados e o Know how de seu negócio estarão guardados dentro de um código fonte de um sistema aplicativo (software) de sua propriedade, suas informações se tornarão mais ágeis, devido a automatização de vários processos e seus dados estarão protegidos da forma recomendada pelos princípios básicos de tecnologia da informação.

Fonte: http://nvi.com.br/por-que-transformar-suas-planilhas-de-controle-em-software/