A tecnologia da informação (TI) é um insumo fundamental para todos os setores econômicos. No Brasil é um setor de grande importância, pois emprega mais de 600 mil pessoas e paga salários que são o dobro da média nacional. A área de TI garante que tudo que é feito em termos de tecnologia é em função da estratégia de negócio e com isso gera valor nos resultados da empresa. A cada dia que passa as companhias dependem mais da TI a fim de satisfazer seus objetivos, atender melhor o mercado em que atuam e garantir assim maior competitividade.
Hoje a informatização atinge diversas áreas do conhecimento e está cada vez mais presente no cotidiano das pessoas, portanto a TI é considerada uma necessidade dos novos tempos, afinal a informação sempre existiu, mais não de maneira tão grande.
Segundo dados da Softex, o Brasil atualmente possui um grande destaque no setor para empresas estrangeiras, cerca de 79% das exportações de TI foram para os Estados Unidos em 2010. “O Brasil passa por um momento de firmamento no setor, no qual muitas empresas estão abrindo filiais nos grandes pólos tecnológicos. O mercado esta agitado principalmente por causa dos grandes eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas que em consequência não só na parte de infraestrutura como na parte de comercial as expectativas são positivas”, afirma Leandro Trindade Ruiz, analista comercial da Primehost.
Mesmo com esse destaque todo, a TI brasileira passa por diversas dificuldades, que gera uma enorme carência do setor e atinge outros da economia do País. Para Leandro, o Brasil tinha que tomar a Índia como exemplo, lá eles investem pesado na mão de obra e qualificação. “O mercado que tem mais falta de profissionais atualmente é o de TI, isso encarece o profissional e obriga empresas de pequeno e médio porte que não suportariam contratar um profissional qualificado a contratar pessoas sem certificações, qualificações”, diz.
Porém em relação aos padrões nacionais, um profissional de tecnologia da informação para uma empresa custa muito caro, mas se compararmos com outros países o profissional brasileiro é desvalorizado, na Europa ou nos Estados Unidos o mesmo ganha em torno de 10 vezes menos que um profissional nascido lá.
Segundo Leandro, a projeção mais comentada pelo profissional de hoje é de sermos o ramo mais importante. “toda empresa em um futuro próximo vai ter que ter um setor de TI em sua estrutura, sem isso com certeza ela não cresce. Isso pode e já esta mudando a cultura nossa em relação ao setor”, indaga.
A meta para empregos em TI é criar mais de 750 mil postos de trabalho nos próximos 10 anos, multiplicando por dois o número de funcionários atuantes no setor. Com a TI se cria renda e emprego de alto valor.
Atualmente o mercado interno de TI representa 5% do PIB nacional (2010), o principal desafio é a falta de uma cultura interna das empresas que não enxergam a importância da Tecnologia para o seu ambiente. As companhias, principalmente de Infraestrutura estão se internacionalizando para atender as demandas das empresas multinacionais que já estão instaladas no Brasil. O preço brasileiro não é competitivo, porém a qualidade brasileira é muito vantajosa comparada com outras empresas.
O crescimento da demanda por melhores profissionais da área está mudando a maneira das grandes empresas valorizarem o setor no Brasil. De acordo com o analista, a Primehost tem investido nos seus profissionais, certificando-os e treinando- os para melhor atender os objetivos da empresa e que a área demanda. “A nossa empresa tem uma visão muito diferenciada, valorizando os colaboradores, orientando e indicando sempre os melhores caminhos e métodos para o sucesso profissional”, conclui.
Fonte: TI Master
Uma opinião sincera, sobre os mais variados assuntos relacionados a Computação.
quarta-feira, julho 27, 2011
terça-feira, julho 26, 2011
Profissional superqualificado é ignorado
SÃO PAULO – O Brasil sofreu, por muito tempo, de um fenômeno que lá fora ficou conhecido como brain drain, ou fuga de cérebros. Trata-se da evasão de profissionais altamente qualificados por falta de oportunidades de trabalho.
Até 2007, o país era responsável por 5% do total de emigrantes com nível superior vivendo fora de sua pátria, segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
O cenário hoje é absolutamente diferente. Isso porque as oportunidades de emprego no país são muito maiores do que as dos países do Hemisfério Norte, principal destino da nossa mão de obra bem capacitada.
Como efeito, profissionais liberais e aqueles com formação acadêmica especializada têm optado por fazer carreira por aqui. Porém, essas duas categorias de trabalhador têm empregabilidade diferenciada.
Os jovens que optam por seguir estudando após a graduação, e vão atrás de títulos de mestrado e doutorado, têm menor chance de fazer carreira em uma empresa em relação aos colegas que enviam seu currículo ao departamento de RH logo após a primeira graduação.
Ironicamente, presidentes de empresas, executivos de RH e headhunters reclamam da falta de mão de obra qualificada em todos os níveis hierárquicos, quando há 50 000 jovens com diploma de mestre e doutor, titulados apenas no ano passado.
Esse grupo representa uma reserva de gente qualificada. Porém, poucas empresas os enxergam como talentos em potencial.
Parte da explicação se deve ao fato de que eles têm boa base acadêmica, mas pouca experiência prática. Em países como Estados Unidos e Inglaterra, isso não é um problema.
É comum encontrar mestres e doutores atuando em consultoria, bancos de investimento, empresas de tecnologia e bens de consumo.
"No Brasil, um número crescente de companhias tem se interessado por esses profissionais", diz Alexandra Klen, diretora de inovação e marketing da consultoria de gestão empresarial Axia Value Chain, de São Paulo.
"Essa discrepância de valores se explica pela cultura empresarial brasileira de valorizar a experiência em detrimento da formação acadêmica", diz Marcelo Cuellar, gerente da divisão de RH da consultoria Michael Page, especializada no recrutamento para a alta e média gerência. "Para a grande maioria dos recrutadores, o título não pesa na hora de abrir uma vaga, o que interessa é a geração de resultados para a empresa", completa Marcelo. E, para isso, os empregadores avaliam a experiência anterior do candidato.
Há ainda outra questão: o custo da mão de obra. Um profissional titulado costuma ser mais caro e, por isso, os empregadores tendem a preferir recém-formados.
Os recrutadores também argumentam que as universidades brasileiras formam um profissional despreparado para ingressar no mercado de trabalho. "Nós formamos profissionais que servem para a Embraer, Embrapa, Petrobras e Vale. Por que eles não servem para as outras companhias? Isso é uma desculpa para não contratar pesquisadores", diz Jorge Almeida Guimarães, presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.
Em empresas como a Monsanto, multinacional de tecnologia em agricultura que desenvolve pesquisas em biotecnologia, a especialização é uma das ferramentas que podem gerar soluções diferenciadas para o campo.
"Em diversos segmentos, o desenvolvimento de tecnologias se baseia em pesquisas. É muito comum que os profissionais que trabalham com o tema desenvolvam seus estudos em universidades antes de iniciar os trabalhos em empresas privadas", diz Patrícia Prieto, gerente de captação de talentos.
Outra indústria que recruta muitos mestres e doutores é a farmacêutica.
Um exemplo é a Genzyme do Brasil, que tem 60% de seus funcionários com título de mestre, doutor ou ambos. Muitos dos profissionais com esse perfil escolhem seguir a carreira acadêmica, até por uma questão de vocação.
Armando Lins Netto, 42 anos, imaginava ser um deles, mas, ao final do curso de doutorado em engenharia mecânica pela Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, descobriu que a vida corporativa era mais atraente e resolveu fazer a transição. "Nos Estados Unidos, é comum que as indústrias de alta performance busquem profissionais com Ph.D. nos centros de pesquisa", diz.
Dez anos depois e hoje vice-presidente de terceirização de infraestrutura de tecnologia da informação na Tivit, Armando diz que parte do mercado está aprendendo a valorizar o método analítico que a vida acadêmica proporciona. "É da natureza acadêmica trazer contribuições inéditas, e essa dinâmica levada ao mundo corporativo é muito útil", diz.
Vale lembrar que, enquanto em países como Alemanha, Canadá, Japão, França, Inglaterra e Estados Unidos 97% das patentes produzidas vêm das empresas e só 3% das universidades, no Brasil a estatística é inversa.
A academia responde por 61% das patentes criadas. Quando escolas como a Universidade Estadual de Campinas, no interior de São Paulo, produzem mais patentes do que a Petrobras está na hora de a indústria brasileira rever seus conceitos e costumes em relação à contratação de acadêmicos.
Fonte: Info Exame
segunda-feira, julho 25, 2011
Seis dicas para fazer “home banking” com segurança
Acessar o banco pela internet é pratico, mas tenha cuidado: há criminosos esperando apenas um descuido seu para colocar as mãos em seu dinheiro. Veja como se proteger.
Um dos golpes mais populares na internet são os e-mails de “phishing” que alegam que um banco está “recadastrando contas” ou fazendo uma “atualização de segurança” , e que tentam convencer o usuário a visitar um site (que parece o site do banco, mas é comandado por criminosos) para “confirmar seus dados pessoais”, incluindo aí o número da conta, agência, senha...
Um dos golpes mais populares na internet são os e-mails de “phishing” que alegam que um banco está “recadastrando contas” ou fazendo uma “atualização de segurança” , e que tentam convencer o usuário a visitar um site (que parece o site do banco, mas é comandado por criminosos) para “confirmar seus dados pessoais”, incluindo aí o número da conta, agência, senha...
Não precisamos dizer que quem cai nessa história tem prontamente todo o dinheiro em sua conta roubado, e ainda corre o risco de ter que arcar com os custos de empréstimos feitos pelos falsários. Isso não significa que você deve evitar o home banking: não dá pra abrir mão desta comodidade com a correria da vida moderna. Basta seguir alguns cuidados básicos, como os que mostramos a seguir. Não garantimos que você ficará imune aos hackers, mas os riscos serão bem menores.
1. Instale software de segurança: não dá pra frisar o quão importante é isso. Instale um pacote anti-vírus e anti-spyware, nem que seja um gratuito como o AVG Free ou o Microsoft Security Essentials, e o mantenha sempre atualizado. Um anti-vírus desatualizado é pior do que anti-vírus nenhum, pois dá uma falsa sensação de segurança.
2. Tenha cuidado com os e-mails: você recebeu uma mensagem do banco dizendo que é necessário algum tipo de recadastramento ou atualização, ou você perderá o acesso à sua conta. Em primeiro lugar, pare e pense: você tem conta no banco que supostamente mandou o e-mail? Não? Então vai atualizar o quê? Descarte a mensagem, pois é golpe. Em segundo lugar, preste atenção: os golpistas costumam cometer erros grosseiros de português, que um banco de verdade nunca cometeria. Se a mensagem parece ter sido escrita por um repetente da 5ª série, desconsidere. Em terceiro lugar, por mais legítima que a mensagem pareça, não clique em nenhum link. Mesmo um link que parece legítimo à primeira vista pode estar “armado” para levá-lo a uma página falsa que irá tentar roubar suas informações pessoais, isso se não infectar também seu computador com malware. Feche a mensagem, abra um navegador e digite manualmente o endereço do site de seu banco. Veja se a página fala sobre algum recadastramento, se ele for verdadeiro estará lá. Em caso de dúvidas, entre em contato com o atendimento ao cliente do banco.
3. Não continue na página se ela não for segura: antes de digitar seu nome de usuário e senha na página do banco, dê uma espiadinha no endereço. Ele deve começar com “https://” em vez de “http://”. O “s” extra indica uma conexão segura entre o site e seu navegador. Se a conexão não for segura, não prossiga. O Firefox e o Chrome dão uma forcinha, e destacam o começo do endereço em verde se estiver tudo OK.4. Use uma senha forte: as melhores senhas tem pelo menos 8 caracteres e são uma combinação aleatória de letras (idealmente maiúsculas e minúsculas) e números, como “LVtkG70D”. “joao1234” ou “12senha3” não são combinações aleatórias, e são péssimas senhas pois são fáceis de adivinhar (assim como datas de aniversário). Se seu navegador se oferecer para guardar a senha, diga que não. Estas dicas servem não só para bancos, mas para qualquer site ou serviço na web. E nem pense em usar a mesma senha do banco em qualquer outro site que você visita. Se você não quer ter o trabalho de criar senhas fortes e se lembrar delas, use um gerenciador de senhas como o LastPass, que é gratuito e funciona com qualquer navegador.
5. Evite computadores e redes públicas: não acesse o site de seu banco, de sua operadora de cartão de crédito ou mesmo uma loja virtual em um computador público, como uma Lan House, nem usando uma conexão Wi-Fi “gratuita” em um shopping ou restaurante. Você nunca sabe o que pode ter sido instalado no computador (há programas chamados keyloggers, que capturam tudo o que é digitado e enviam a informação para um criminoso) ou se há alguma “escuta” na conexão.
6. Proteja informações confidenciais: se você guarda recibos de banco ou formulários de imposto de renda no computador, encontre uma forma de criptografá-los. Assim, mesmo que seu computador cair em mãos erradas eles estarão a salvo de bisbilhoteiros. Uma alternativa é guardar estes arquivos em um pendrive ou HD externo com criptografia e um leitor de impressões digitais integrado. Assim, só você terá acesso a eles.
Fonte: PC World
Fonte: PC World
quarta-feira, julho 20, 2011
Maus hábitos minam a gestão de TI
Profissionais de TI revelam hábitos de trabalho ruins adquiridos ao longo da carreira e como acabar com eles, para melhorar a produtividade e a eficiência.
Todo funcionário desenvolve alguns maus hábitos – talvez muitos – com o passar dos anos de trabalho. Os profissionais de TI não são exceção: eles perdem o foco, tiram conclusões precipitadas ou adiam tarefas que poderiam ser concluídas em minutos. São pecados capitais na gestão.
Não tem de ser assim. Segundo especialistas, identificar e compreender os costumes ruins no trabalho exige um pouco de reflexão sobre o assunto, o que pode trazer inúmeros benefícios. Ao parar para refletir e entender seus tropeços, os gerentes de TI podem melhorar não só a sua capacidade de trabalhar de forma produtiva, mas também a sua satisfação com o trabalho, afirma o consultor de negócios, Michael Ehling.
“A reflexão sobre os hábitos seria um ‘o tempo de imersão’ para pensar, sonhar, estudar, ponderar. Em vez de correr para apagar incêndios o tempo todo, você dá um tempo para se concentrar no que é importante”, diz Ehling, que tem formação em TI e treina executivos de tecnologia e gerentes. Segundo ele, a reflexão pode estimular os gerentes de tecnologia de “desenvolver hábitos mais construtivos que irão melhorar a produtividade e eficiência.”
A COMPUTERWORLD pediu alguns bravos profissionais de tecnologia para “confessarem” seus piores hábitos de trabalho. Aqui você poderá ver as suas opiniões sobre os hábitos de trabalho ruins e como eles planejam acabar com elas. Quem sabe, você reconhecerá um pouco de si mesmo em suas histórias?
Mau hábito: perder o foco
Gordon Jaquay não lida bem com as interrupções. Ele para o que está trabalhando para responder a pergunta de um colega de trabalho ou para lidar com um problema de tecnologia que surge e, então, fica lutando para voltar o foco na sua tarefa.”Voltando à sua linha de pensamento depois de uma conversa, tentando encontrar onde você estava , é difícil”, diz o executivo, que é gerente de TI da Venchurs Inc., uma empresa com 125 funcionários localizada em Adrian, Michigan, nos Estados Unidos. “Há muitas coisas que são jogadas para em nós da TI, é fácil se distrair.”
Profissionais de tecnologia podem encontrar distrações particularmente exaustivas, uma vez que normalmente executam – e preferem – tarefas que são lógicas e lineares, e, portanto, necessitam de períodos de tempo ininterruptos para serem concluídas.
Se os gerentes de TI mergulharem em seu trabalho para evitar interrupções, eles podem dar a seus colegas de outros departamentos a impressão de que eles não estão interessados no que está acontecendo com a empresa – e então eles podem se encontrar do lado de fora quando se trata de tomada de decisões-chave, no lançamento de iniciativas estratégicas ou das oportunidades de progressão na carreira, diz Ehling.
Idealmente, Jaquay gostaria que as distrações não ocorressem, mas ele sabe que é uma meta irreal. “Essa é a natureza das coisas em TI”, diz. Em vez disso, ele está tentando se exercitar para voltar a se envolver o mais rápido possível – processo que ele descreve mais como uma questão de mentalidade do que um programa oficial de treinamento.
Ele está esperançoso de que sua maior disciplina mental irá fazê-lo mais produtivo e menos apto a se perder em detalhes ao ficar saltando entre projetos solo e pedidos na programados. “Ao mudar o meu foco de um lado para o outro e me envolver rapidamente no próximo tópico, tenho sido capaz de melhorar significativamente o meu desempenho”, diz ele.
Além disso, ele começou a bloquear o tempo em sua agenda para trabalhar em tarefas específicas – em vez de programar apenas seu tempo para reuniões. Porém, Jaquay ainda caracteriza a sua procura por uma uma melhor disciplina mental como “uma luta constante.”
Mau hábito: Tirar conclusões precipitadas
O gerente de TI da empresa de mineração Redmond sediada em Heber, no estado de Utah, Aaron Gabrielson, , diz que muitas vezes começa a conceber a solução antes que ele conheça profundamente o problema em questão. “Minha tendência é pular direto para a solução de tecnologia sem ouvir o caso”, diz ele, admitindo que esse hábito coloca seu departamento em risco de não atender completamente as necessidades do negócio.
Neste assunto, Gabrielson não está sozinho. O Conselho Executivo Corporativo (CEB), uma firma de pesquisa e serviços de consultoria, estudou os hábitos individuais de CIOs altamente eficazes, e também apurou algumas fraquezas.
Enquanto os departamentos de tecnologia, em geral, se dão bem nos aspectos práticos das tarefas de TI, muitos ainda não se comunicam de forma tão eficaz com o lado comercial como poderiam, diz o diretor-executivo da prática de TI da CEB, Shvetank Shah.
Alguns profissionais de TI tendem a apenas não ouvir direito e, em seguida, tomar decisões rápidas no vazio. “Pesquisas mostram que as habilidades que faltam são comunicação e negociação”, diz Shah.
Em vez disso, os gerentes de tecnologia devem compreender os drivers que estão por trás de um projeto e, dessa forma, contribuir com a expertise necessária para desenvolver soluções tecnológicas que atendem ao orçamento, à infra-estrutura existente e as necessidades da empresa.
Com esse objetivo em mente, Gabrielson Redmond recentemente fez um curso do Instituto Internacional de Análise de Negócios, e está agora compartilhando o que aprendeu com sete pessoas do departamento de TI da Redmond.
Ele sabia que seu departamento era fraco para compreender plenamente o lado comercial de um projeto. Mas “ir a esse curso me fez perceber o quão era fraco”, explica.
Por exemplo, uma unidade de negócios pode vir a ele e dizer que quer um site. Agora ele aprendeu a questionar o porquê antes de pensar sobre as opções de design. “O que eles realmente querem realizar?”, diz ele. “Construir um site não é um objetivo de negócio. Ganhar quota de mercado de 30% na região Nordeste é um objetivo de negócio.”
Neste verão, Redmond começará um programa para garantir que os líderes das unidades de negócios e os gerentes de projetos analisem os casos antes iniciar um projeto.
Mau hábito: combater incêndios 24X7
O pior hábito de trabalho de Lorraine Spencer é sua tendência de se concentrar tanto no dia a dia como nas situações de emergência. Ela nunca tem tempo para pensar estrategicamente ou avançar em projetos de longo prazo. “Eu costumo ir de um incêndio para outro “, diz Lorraine, que é gerente de TI da Johns Hopkins University, em Baltimore.
“É da natureza humana” priorizar as emergências – como quando um usuário perde os dados ou não pode se conectar à rede. “Se [os usuários] não pode fazer o seu trabalho, você tem que resolver o problema”, diz Spencer, que suporta 40 usuários.
Ainda assim, ela reconhece que estar constantemente apagando incêndios diminui sua capacidade de reflexão, olhar para os sistemas de TI como um todo e determinar se os recursos de TI estão sendo gastos de forma otimizada.
Spencer acaba fazendo horas extras para atingir seus objetivos, mas ela teme que isso gera expectativas excessivas tanto para si e quanto para o grupo de funcionários de tecnologia.
“Os gerentes de TI tendem a ser pessoas que só rangem os dentes e fazem o que pedem, por isso a expectativa é que você pode fazer milagres o tempo todo,” diz Spencer. “Mas aí você acaba com menos pessoas” em TI.
Spencer acredita que se tivesse mais tempo para analisar melhor seus sistemas, ela teria menos crises para atender e mais tempo para completar tarefas agendadas, permitindo-lhe reduzir o tempo de horas.
O que é necessário para que isso aconteça é mais treinamento do usuário final para que os funcionários possam melhor ajudar a si mesmos. O setor de TI poderia nomear alguém na equipe de funcionários para tratar de assuntos urgentes enquanto outros trabalham em questões mais estratégicas.Spencer diz que seu departamento está trabalhando em algumas dessas soluções, tais como oferecer aos usuários finais com mais formação e oferecendo ferramentas do-it-yourself.
Mau hábito: má administração do tempo
O gerente de TI da Effingham Hospital, Bart Hunter, admite que alguns dos hábitos ruins estão relacionados com a gestão do tempo. Por um lado, ele diz que se concentra demais em projetos futuros que ainda não recebeu autorização da direção. “Estou sempre pensando ‘O que poderia ser ao invés do que é”, diz Hunter.
Além disso, ele tende a adiar a pequenas tarefas que levaria apenas um ou dois minutos para realizar – como lidar com uma solicitação do usuário para um novo cartucho de toner ou colocar um atalho para o Word no desktop de outro.
Hunter acredita que ele poderia resolver seus maus hábitos criando uma agenda, que lhe permitiria completar mais tarefas em um determinado dia.
Ele reconhece que a utilização de uma aplicação lhe daria uma visão geral de todas as tarefas de TI e permitir que ele as classificasse com base na prioridade e para ter certeza de que os trabalhos mais críticos foram realizados. Porém, mesmo uma solução como essa cria uma situação como a história da galinha e do ovo, porque Hunter não teve tempo para pesquisar e testar uma aplicação de programação que se adapta às suas necessidades.
Já Gabrielson, da Redmond, também admite a procrastinação – particularmente quando se trata de fazer a manutenção de rotina e aplicação de patches de segurança. “Às vezes o patch pode causar mais problemas do que resolve. É uma trabalheira, e tendemos a colocá-lo fora”, diz ele, acrescentando que acredita que este é um problema comum em TI.
Aqui, também, a tecnologia pode oferecer uma solução. Gabrielson diz que ele está olhando para pacotes de gerenciamento de patches que automaticamente detectar vulnerabilidades em aplicações e aplicar patches disponíveis sempre que necessário. “Sabemos que precisamos de fazer melhor com ele. Temos ignorado mês de Patch Tuesdays [lançamentos mensais da Microsoft de correções de segurança] no passado, e então você tem que fazê-los todos de uma só vez para se recuperar. Mas durante esse tempo, você poderia estar em risco. “
A solução
Felizmente, os gerentes de TI estão em uma boa posição para aproveitar seus pontos fortes e enfrentar seus maus hábitos e substituí-los por outros melhores. O processo pode levar tempo, dizem os especialistas, mas em geral é um tempo bem gasto.
“Os gerentes de TI geralmente pode tirar partido da seu senso inato de curiosidade e usar isso para, por exemplo, saber o que as pessoas no negócio realmente precisam, querem ou desejam deles”, diz o consultor Ehling.”Pode ser devagar no início, mas não é de todo impossível, e os benefícios são muitos.”
Bom hábito: Falar com os altos escalões
O gerente de TI da Venchurs, FALA diretamente com o CEO da empresa, Jeff Wyatt. Segundo ele, é uma coisa boa, porque o força a compreender os negócio da empresa, assim como suas tecnologias e fazer a tradução entre as duas. “Quando as coisas se perdem na tradução, é difícil descobrir exatamente o que as pessoas estão procurando”, diz ele. “Há uma arte em traduzir metas de TI e projetos, e isso é importante.”
Jaquay tenta compartilhar esse bom hábito com sua equipe também. Por exemplo, os membros da equipe de TI assistem às reuniões do projeto da empresa fora do seu departamento regularmente. Por exemplo, eles podem se sentar em uma reunião de produção de fábrica para saber o que os obstáculos atuais são e qual o trabalho está na agenda.
Bom hábito: andar pelos corredores
Lorraine Spencer encontrou uma maneira de fazer um bom uso de mau hábito”Eu não posso ficar sentada por muito tempo sozinha em meu escritório”, diz a gerente de projeto da Johns Hopkins.
“Então eu saio e falo com as pessoas com quem trabalho que não são de TI, e descubro as coisas. As pessoas não podem vir até você e dizer-lhe seus problemas”, diz ela, “mas se você perguntar sobre eles, muitas vezes você pode encontrar maneiras de tornar a vida dos usuários mais fácil. “
“Fazemos um trabalho muito bom aqui, e nós estamos incluídos na equipa de gestão participar de projetos, mas ainda há uma divisão”, diz ela. Se andar pelos corredores podem ajudar a quebrar essas barreiras, então ela figuras é tempo bem gasto.
Fonte: ComputerWorld
Todo funcionário desenvolve alguns maus hábitos – talvez muitos – com o passar dos anos de trabalho. Os profissionais de TI não são exceção: eles perdem o foco, tiram conclusões precipitadas ou adiam tarefas que poderiam ser concluídas em minutos. São pecados capitais na gestão.
Não tem de ser assim. Segundo especialistas, identificar e compreender os costumes ruins no trabalho exige um pouco de reflexão sobre o assunto, o que pode trazer inúmeros benefícios. Ao parar para refletir e entender seus tropeços, os gerentes de TI podem melhorar não só a sua capacidade de trabalhar de forma produtiva, mas também a sua satisfação com o trabalho, afirma o consultor de negócios, Michael Ehling.
“A reflexão sobre os hábitos seria um ‘o tempo de imersão’ para pensar, sonhar, estudar, ponderar. Em vez de correr para apagar incêndios o tempo todo, você dá um tempo para se concentrar no que é importante”, diz Ehling, que tem formação em TI e treina executivos de tecnologia e gerentes. Segundo ele, a reflexão pode estimular os gerentes de tecnologia de “desenvolver hábitos mais construtivos que irão melhorar a produtividade e eficiência.”
A COMPUTERWORLD pediu alguns bravos profissionais de tecnologia para “confessarem” seus piores hábitos de trabalho. Aqui você poderá ver as suas opiniões sobre os hábitos de trabalho ruins e como eles planejam acabar com elas. Quem sabe, você reconhecerá um pouco de si mesmo em suas histórias?
Mau hábito: perder o foco
Gordon Jaquay não lida bem com as interrupções. Ele para o que está trabalhando para responder a pergunta de um colega de trabalho ou para lidar com um problema de tecnologia que surge e, então, fica lutando para voltar o foco na sua tarefa.”Voltando à sua linha de pensamento depois de uma conversa, tentando encontrar onde você estava , é difícil”, diz o executivo, que é gerente de TI da Venchurs Inc., uma empresa com 125 funcionários localizada em Adrian, Michigan, nos Estados Unidos. “Há muitas coisas que são jogadas para em nós da TI, é fácil se distrair.”
Profissionais de tecnologia podem encontrar distrações particularmente exaustivas, uma vez que normalmente executam – e preferem – tarefas que são lógicas e lineares, e, portanto, necessitam de períodos de tempo ininterruptos para serem concluídas.
Se os gerentes de TI mergulharem em seu trabalho para evitar interrupções, eles podem dar a seus colegas de outros departamentos a impressão de que eles não estão interessados no que está acontecendo com a empresa – e então eles podem se encontrar do lado de fora quando se trata de tomada de decisões-chave, no lançamento de iniciativas estratégicas ou das oportunidades de progressão na carreira, diz Ehling.
Idealmente, Jaquay gostaria que as distrações não ocorressem, mas ele sabe que é uma meta irreal. “Essa é a natureza das coisas em TI”, diz. Em vez disso, ele está tentando se exercitar para voltar a se envolver o mais rápido possível – processo que ele descreve mais como uma questão de mentalidade do que um programa oficial de treinamento.
Ele está esperançoso de que sua maior disciplina mental irá fazê-lo mais produtivo e menos apto a se perder em detalhes ao ficar saltando entre projetos solo e pedidos na programados. “Ao mudar o meu foco de um lado para o outro e me envolver rapidamente no próximo tópico, tenho sido capaz de melhorar significativamente o meu desempenho”, diz ele.
Além disso, ele começou a bloquear o tempo em sua agenda para trabalhar em tarefas específicas – em vez de programar apenas seu tempo para reuniões. Porém, Jaquay ainda caracteriza a sua procura por uma uma melhor disciplina mental como “uma luta constante.”
Mau hábito: Tirar conclusões precipitadas
O gerente de TI da empresa de mineração Redmond sediada em Heber, no estado de Utah, Aaron Gabrielson, , diz que muitas vezes começa a conceber a solução antes que ele conheça profundamente o problema em questão. “Minha tendência é pular direto para a solução de tecnologia sem ouvir o caso”, diz ele, admitindo que esse hábito coloca seu departamento em risco de não atender completamente as necessidades do negócio.
Neste assunto, Gabrielson não está sozinho. O Conselho Executivo Corporativo (CEB), uma firma de pesquisa e serviços de consultoria, estudou os hábitos individuais de CIOs altamente eficazes, e também apurou algumas fraquezas.
Enquanto os departamentos de tecnologia, em geral, se dão bem nos aspectos práticos das tarefas de TI, muitos ainda não se comunicam de forma tão eficaz com o lado comercial como poderiam, diz o diretor-executivo da prática de TI da CEB, Shvetank Shah.
Alguns profissionais de TI tendem a apenas não ouvir direito e, em seguida, tomar decisões rápidas no vazio. “Pesquisas mostram que as habilidades que faltam são comunicação e negociação”, diz Shah.
Em vez disso, os gerentes de tecnologia devem compreender os drivers que estão por trás de um projeto e, dessa forma, contribuir com a expertise necessária para desenvolver soluções tecnológicas que atendem ao orçamento, à infra-estrutura existente e as necessidades da empresa.
Com esse objetivo em mente, Gabrielson Redmond recentemente fez um curso do Instituto Internacional de Análise de Negócios, e está agora compartilhando o que aprendeu com sete pessoas do departamento de TI da Redmond.
Ele sabia que seu departamento era fraco para compreender plenamente o lado comercial de um projeto. Mas “ir a esse curso me fez perceber o quão era fraco”, explica.
Por exemplo, uma unidade de negócios pode vir a ele e dizer que quer um site. Agora ele aprendeu a questionar o porquê antes de pensar sobre as opções de design. “O que eles realmente querem realizar?”, diz ele. “Construir um site não é um objetivo de negócio. Ganhar quota de mercado de 30% na região Nordeste é um objetivo de negócio.”
Neste verão, Redmond começará um programa para garantir que os líderes das unidades de negócios e os gerentes de projetos analisem os casos antes iniciar um projeto.
Mau hábito: combater incêndios 24X7
O pior hábito de trabalho de Lorraine Spencer é sua tendência de se concentrar tanto no dia a dia como nas situações de emergência. Ela nunca tem tempo para pensar estrategicamente ou avançar em projetos de longo prazo. “Eu costumo ir de um incêndio para outro “, diz Lorraine, que é gerente de TI da Johns Hopkins University, em Baltimore.
“É da natureza humana” priorizar as emergências – como quando um usuário perde os dados ou não pode se conectar à rede. “Se [os usuários] não pode fazer o seu trabalho, você tem que resolver o problema”, diz Spencer, que suporta 40 usuários.
Ainda assim, ela reconhece que estar constantemente apagando incêndios diminui sua capacidade de reflexão, olhar para os sistemas de TI como um todo e determinar se os recursos de TI estão sendo gastos de forma otimizada.
Spencer acaba fazendo horas extras para atingir seus objetivos, mas ela teme que isso gera expectativas excessivas tanto para si e quanto para o grupo de funcionários de tecnologia.
“Os gerentes de TI tendem a ser pessoas que só rangem os dentes e fazem o que pedem, por isso a expectativa é que você pode fazer milagres o tempo todo,” diz Spencer. “Mas aí você acaba com menos pessoas” em TI.
Spencer acredita que se tivesse mais tempo para analisar melhor seus sistemas, ela teria menos crises para atender e mais tempo para completar tarefas agendadas, permitindo-lhe reduzir o tempo de horas.
O que é necessário para que isso aconteça é mais treinamento do usuário final para que os funcionários possam melhor ajudar a si mesmos. O setor de TI poderia nomear alguém na equipe de funcionários para tratar de assuntos urgentes enquanto outros trabalham em questões mais estratégicas.Spencer diz que seu departamento está trabalhando em algumas dessas soluções, tais como oferecer aos usuários finais com mais formação e oferecendo ferramentas do-it-yourself.
Mau hábito: má administração do tempo
O gerente de TI da Effingham Hospital, Bart Hunter, admite que alguns dos hábitos ruins estão relacionados com a gestão do tempo. Por um lado, ele diz que se concentra demais em projetos futuros que ainda não recebeu autorização da direção. “Estou sempre pensando ‘O que poderia ser ao invés do que é”, diz Hunter.
Além disso, ele tende a adiar a pequenas tarefas que levaria apenas um ou dois minutos para realizar – como lidar com uma solicitação do usuário para um novo cartucho de toner ou colocar um atalho para o Word no desktop de outro.
Hunter acredita que ele poderia resolver seus maus hábitos criando uma agenda, que lhe permitiria completar mais tarefas em um determinado dia.
Ele reconhece que a utilização de uma aplicação lhe daria uma visão geral de todas as tarefas de TI e permitir que ele as classificasse com base na prioridade e para ter certeza de que os trabalhos mais críticos foram realizados. Porém, mesmo uma solução como essa cria uma situação como a história da galinha e do ovo, porque Hunter não teve tempo para pesquisar e testar uma aplicação de programação que se adapta às suas necessidades.
Já Gabrielson, da Redmond, também admite a procrastinação – particularmente quando se trata de fazer a manutenção de rotina e aplicação de patches de segurança. “Às vezes o patch pode causar mais problemas do que resolve. É uma trabalheira, e tendemos a colocá-lo fora”, diz ele, acrescentando que acredita que este é um problema comum em TI.
Aqui, também, a tecnologia pode oferecer uma solução. Gabrielson diz que ele está olhando para pacotes de gerenciamento de patches que automaticamente detectar vulnerabilidades em aplicações e aplicar patches disponíveis sempre que necessário. “Sabemos que precisamos de fazer melhor com ele. Temos ignorado mês de Patch Tuesdays [lançamentos mensais da Microsoft de correções de segurança] no passado, e então você tem que fazê-los todos de uma só vez para se recuperar. Mas durante esse tempo, você poderia estar em risco. “
A solução
Felizmente, os gerentes de TI estão em uma boa posição para aproveitar seus pontos fortes e enfrentar seus maus hábitos e substituí-los por outros melhores. O processo pode levar tempo, dizem os especialistas, mas em geral é um tempo bem gasto.
“Os gerentes de TI geralmente pode tirar partido da seu senso inato de curiosidade e usar isso para, por exemplo, saber o que as pessoas no negócio realmente precisam, querem ou desejam deles”, diz o consultor Ehling.”Pode ser devagar no início, mas não é de todo impossível, e os benefícios são muitos.”
Bom hábito: Falar com os altos escalões
O gerente de TI da Venchurs, FALA diretamente com o CEO da empresa, Jeff Wyatt. Segundo ele, é uma coisa boa, porque o força a compreender os negócio da empresa, assim como suas tecnologias e fazer a tradução entre as duas. “Quando as coisas se perdem na tradução, é difícil descobrir exatamente o que as pessoas estão procurando”, diz ele. “Há uma arte em traduzir metas de TI e projetos, e isso é importante.”
Jaquay tenta compartilhar esse bom hábito com sua equipe também. Por exemplo, os membros da equipe de TI assistem às reuniões do projeto da empresa fora do seu departamento regularmente. Por exemplo, eles podem se sentar em uma reunião de produção de fábrica para saber o que os obstáculos atuais são e qual o trabalho está na agenda.
Bom hábito: andar pelos corredores
Lorraine Spencer encontrou uma maneira de fazer um bom uso de mau hábito”Eu não posso ficar sentada por muito tempo sozinha em meu escritório”, diz a gerente de projeto da Johns Hopkins.
“Então eu saio e falo com as pessoas com quem trabalho que não são de TI, e descubro as coisas. As pessoas não podem vir até você e dizer-lhe seus problemas”, diz ela, “mas se você perguntar sobre eles, muitas vezes você pode encontrar maneiras de tornar a vida dos usuários mais fácil. “
“Fazemos um trabalho muito bom aqui, e nós estamos incluídos na equipa de gestão participar de projetos, mas ainda há uma divisão”, diz ela. Se andar pelos corredores podem ajudar a quebrar essas barreiras, então ela figuras é tempo bem gasto.
Fonte: ComputerWorld
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