quinta-feira, abril 07, 2011

50 maiores empresas de TI/Telecom

Me causou algum impacto ver tamanha diferença entre o primeiro colocado e os outros, se avaliarmos bem, apesar da OI ser muito forte em telefonia fixa, a Embratel que ficou somente em 6ª colocado ficou muito atrás, atrás inclusive das telefonias via celular. Vejam vocês:

# - Empresa - Segmento - Receita Bruta TI/Telecom 2009 (R$ milhões)

1 - Oi - Telecom - 45.708,17
2 - Telefônica - Telecom - 23.155,80
3 - Vivo - Telecom - 22.871,60
4 - TIM - Telecom - 18.156,66
5 - Claro - Telecom - 15.789,00
6 - Embratel - Telecom - 14.585,00
7 - IBM Brasil - TI - 10.825,82
8 - HP Brasil - TI - 6.546,80
9 - NET Serviços - Telecom - 6.070,41
10 - Nokia - TI/Telecom - 5.228,58
11 - B2W - Internet - 5.107,00
12 - Samsung - TI/Telecom - 4.042,46
13 - LG - TI/Telecom - 3.963,60
14 - Motorola - TI/Telecom - 3.657,16
15 - Nextel - Telecom - 3.275,82
16 - Cisco - TI/Telecom - 3.087,82
17 - GVT - Telecom - 2.771,02
18 - Positivo Informática - TI - 2.453,40
19 - Huawei - TI/Telecom - 2.408,16
20 - Contax - TI - 2.335,00
21 - Grupo Everis - TI - 2.247,76
22 - Ericsson - TI/Telecom - 2.187,73
23 - Itautec - TI - 2.087,60
24 - Microsoft - TI - 2.033,86
25 - Atento - TI - 1.958,00
26 - Sky - Telecom - 1.922,40
27 - Google - Internet - 1.902,25
28 - Alcatel-Lucent - TI/Telecom - 1.826,32
29 - Accenture - TI - 1.700,00
30 - Intel - TI - 1.693,24
31 - Philips - TI/Telecom - 1.625,00
32 - Prysmian - Telecom - 1.526,00
33 - Algar Telecom (CTBC) - TI/Telecom - 1.486,82
34 - Tech Data - Distribuidor - 1.415,33
35 - Totvs - TI - 1.080,34
36 - Ingram Micro - Distribuidor - 1.050,00
37 - Panasonic - TI/Telecom - 1.032,07
38 - Tivit - TI - 1.026,55
39 - Oracle - TI - 1.015,39
40 - Diebold - TI - 1.013,57
41 - CPM Braxis - TI - 1.000,00
42 - Emerson Network Power - TI - 990,65
43 - Dell - TI - 980,89
44 - Global Crossing - TI/Telecom - 968,76
45 - UOL - Internet - 964,00
46 - Unisys - TI - 958,97
47 - Grupo Pão de Açúcar (GPA) - Internet - 933,38
48 - Stemac - TI - 893,57
49 - EMC Brasil - TI - 861,94
50 - SAP - TI - 842,81

Fonte: http://cw300maiores.com.br/

quarta-feira, abril 06, 2011

Como serão os data centers em 2020?

Ao pensar como seriam os data centers daqui nove anos, o instituto de pesquisas Gartner identificou algumas tendências. “Tecnologia verde, nuvens híbridas, produtos pequenos e flexíveis e infraestrutura vertical formam o data center do futuro”, projeta Andrew Butler, analista emérito e vice-presidente do Gartner.


Butler diz que, definitivamente, sustentabilidade fará parte do investimento dos data centers em 2020, ajudando companhias a reduzir cabeamento, consumo de energia e pegada de carbono.

“As novas características dos data centers podem possibilitar capacidade de crescimento de 300% em um espaço 60% menor”, completa. As declarações foram feitas hoje (5/4) durante a Conferência Gartner Data Center da Gartner, realizada em São Paulo pelo instituto de pesquisas para discutir a excelência em gestão de data center.

A consolidação da infraestrutura continuará em alta. “Soluções integradas em um único rack oferecem esforço mínimo de implementação e são atrativas para os negócios”, diz. Como exemplo de tecnologia com essas características o executivo cita o Oracle Exalogic Elastic Cloud, solução unificada de hardware e software, pronta para a nuvem. “A desvantagem desse tipo de produto é que o cliente cria dependência de um único fornecedor.”

O executivo afirmou na ocasião que até o final de 2014, 90% dos data centers vão utilizar virtualização e mais de 40% deles já estarão no mundo da nuvem.

Quer um data center do futuro?

Durante o encontro, David Cappuccio, vice-presidente Administrativo e Diretor de pesquisas do Gartner, recomendou aos participantes quatro ações para aquelas companhias que, atentas à movimentação do mercado de TI, buscam se antecipar e implementar características dos data centers de 2020.

1. Aposte em arquitetura de escalabilidade vertical e, em seguida, horizontal
2. Não seja da web do passado, a inovação em design de tecnologias que compõem o data center trarão redução de Capex e Opex
3. Pense pequeno, o objetivo dessa ação é conquistar a mais alta performance por quilowatt.
4. Aplicar esses princípios levarão a companhia a alcançar diversos benefícios.

Fonte: http://br4.in/Xfeoy

terça-feira, abril 05, 2011

TI em saúde: Profissionais em falta

Empresas de saúde demandam profissionais especializados na área, que entendam as especificidades do setor para convergir saúde e TI


O acesso à tecnologia na saúde é um dos principais entraves encontrados pelos hospitais para a modernização de suas unidades. Porém, outro problema igualmente preocupante é a falta de profissionais especializados em informática em saúde para trabalhar nas instituições e acompanhar as novas tecnologias voltadas ao setor.

Estes profissionais são responsáveis pela convergência entre as áreas clínica e tecnológica, atuando principalmente com sistemas de informação em saúde, prontuários eletrônicos, telemedicina, sistemas de apoio à decisão médica, processamento de sinais biológicos e imagens médicas, internet em saúde e na padronização da informação - vital para a comunicação entre diferentes sistemas de registro eletrônico em saúde.

A demanda criada pela indústria de soluções em TI e hospitais públicos e privados cresceu de tal forma que, hoje, um profissional recém- formado em informática em saúde recebe até R$ 5 mil de salário inicial. "Há, no Brasil, cerca de 7 mil instituições de saúde e menos de 5% delas estão informatizadas. Por outro lado, temos a indústria de software, soluções e consultoria em TI que também buscam esses profissionais. Falta gente para atender a essa demanda", enfatiza o diretor de ensino da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (Sbis), Renato Sabbatini.

De acordo com Sabbatini, estes profissionais ainda são raros e muito disputados no mercado nacional devido ao desconhecimento dessa especialidade. "O crescimento de cursos de graduação e pós-graduação nesta área estão incrementando aos poucos este mercado, porém, a quantidade ainda é muito pequena, cerca de 40 profissionais são formados todos os anos".

Baseado em modelos internacionais de qualificação, a Sbis busca formas de aumentar a quantidade de informatas em saúde no Brasil, sem perder a qualidade no ensino oferecido. "Buscamos parcerias com outros países, principalmente o Canadá, que possui um sistema de formação similar ao nosso, porém mais consolidado. Para tentar atender esta demanda nós desenvolvemos um programa chamado Sbis+20 que pretende qualificar cerca de 20 mil profissionais em informática em saúde até 2020", acrescenta Sabbatini.

Para a consultora de informática no setor, Beatriz Leão, a falta de reconhecimento do informata em saúde como um profissional interdisciplinar prejudica no processo formação, uma vez que faltam políticas públicas de incentivo como bolsas para pesquisa científica para que eles possam colaborar com a implementação de sistemas no setor. Segundo Beatriz, a falta de regulamentação da profissão não é um problema, mas o Brasil poderia aprender com países como Holanda, Suíça, Dinamarca, Canadá e Austrália que identificaram um conjunto de competências para os profissionais da área e capacitá-los para atender as demandas existentes.

Uma ferramenta que está sendo estudada pelo Brasil como meio de incentivar e manter a qualidade dos profissionais de informática em saúde é a implantação de certificações que assegurem a capacidade destes profissionais de atuar. "O que pode ser feito é identificar um conjunto de competências e capacitar os profissionais nestes itens e, eventualmente, certificá-los por meio de entidades como a Sbis mostrando que este profissional foi aprovado em um programa de certificação nestes conteúdos. Esse mesmo modelo existe com grande sucesso na Inglaterra e grande parte da Europa. Eu acredito que o Brasil poderia seguir este mesmo caminho, como foi feito também pelo Canadá que está nos auxiliando a implementar este modelo no País", acrescenta Beatriz.

Mercado

Por ser um profissional raro no mercado, algumas soluções encontradas pelo setor para sanar esta demanda são a capacitação de profissionais de TI nos processos hospitalares e a qualificação de profissionais de saúde em tecnologia da informação. De acordo com a CIO do Hospital Sírio Libanês, Margareth Ortiz, além da dificuldade de encontrar pessoas para o setor, reter estes profissionais tornou-se um grande desafio para os hospitais que disputam o profissional diretamente com outros segmentos do setor. "Existe uma tendência entre os profissionais da área de comparar salários de hospitais para hospitais, e isso é um problema, pois na verdade quem vai roubar o profissional das instituições de saúde são as grandes empresas de TI. Uma solução para isso é estabelecer políticas eficientes de RH, oferecer planos de carreira para eles e ter salários compatíveis com o mercado que não seja o de saúde".

Fonte: http://lc4.in/Vdw